domingo, 30 de outubro de 2011
confesso, há muito tempo que não via uma película do woody, há muito desde que me apaixonei pela temática dele, pelo menos aquela que transmitia risadas e logo depois certa melancolia. Desculpa, não encontrei isso em Vicky Cristina Barcelona, fotografia impecável, claro, mas, heeein não chega perto de Meia Noite em Paris, dos mais recentes, nem da boa surpresa que tive com Owen Wilson falando da chuva e tendo confusões dignas de existencialista nenhum botar defeito.
É bonito. É fofo, mas Woody deixa claro: nossa existência ainda é uma fatalidade, entre risos e sussurros fica fácil chegar no final do filme com a sensação de cócegas, sabe? depois dá uma dorzinha.
(vocês não imaginam o esforço que tô fazendo pra não falar: vem cá woody, seu lindo, perfeito, me abraça. Não sabem, mas, opa, saiu.)
E outro conselho que ele trouxe para nós: ande com quem tem as mesmas preferências que você, do contrário, a sensação de vazio poderá ser ainda maior. ou de negação
Assinar:
Postar comentários (Atom)
0 comentários:
Postar um comentário