domingo, 28 de setembro de 2008

Naquele dia

No princípio era um cara normal, com sua mochila e cabelo curto,virou-se :olhei.ele olhou, eu disse senta ele hesitou..-vai eu arredo.tudo bem,não mordo.

estávamos visitando um lugar pela primeira vez, era numa rua extremamente perigosa,altas horas da noite onde mulher qlqr que seja é puta.encontramos o breu,era todo escondido e tinha mais gente de marte que da terra!as horas passavam eu já não sabia mais o que fazia por lá,até que um senhor poeta começou a recitar seus poemas e distribuiu p algumas pessoas(eu ganhei)quand tver tempo faço o post cm a imagem..e as horas seguiam, tava tarde duas perdidas sim mas a gnt queria se encontrar dpois.!perguntei as horas, o estranho me recitou Baudelaire eu lá queria saber de Baudel..sei lá o quê.hálito de maconha ou algo pior..e a música então??trans-cen-den-tal!..mas no final da festa estanha, bote estranha!o conheci e como não podia ser diferente é de Urano!

4 comentários:

Caroline disse...

o que foi isso? um sonho?

=]

belíssimo blog.

beijo!!

Jaya disse...

Marte, Urano... encontro em Vênus. Rs. Foi só uma distração que fez com que tudo acontecesse na Terra.

Achei teu texto com um "quê" de sonho, sabe? Mas tudo que faz bem tem esse efeito. Importa é que teve Baudelaire sendo recitado - ainda que não fosse a hora. E música que transcende não pede mais nada. Ou melhor, pede sim: você conhecendo ele.

Beijo você, dona Ariana.

Se cuida.

P.S.: Tava vendo aqui, você falando da primavera, do google. Rs. Eu nem duvido que tenha sido em tua homenagem. Lembrei do teu canto quando as primeiras flores se perfumaram.

Jaya disse...

Ah, preciso dizer que teu relato me lembrou momentos que vivia há alguns anos. Entre guitarras, pulos, sorrisos, um encanto e a mesma música transcendental (rock em sua essência).

Aí lembrei da maconha. No hálito do outro, também. E depois grudava o cheiro em meus cabelos. Haha! Vinha pra casa comigo.

E sabe, era um tempo bom! Deu saudades. Sei lá, comentei antes e depois li o texto e novo, fiquei com essa nostalgia grudada em mim. Morava um moreno de cabelos lisos a me observar do outro lado do palco. E isso me fazia bem!

Ai, ai...

Xô ir. Rs. Obrigada pelo efeito do texto, e desculpa pelo "desabafo".

Cheeeeeiro nocê.

Flavinha disse...

Também tive um dia assim, como "aquele dia". Passando pela rua à noite, no meio de tanta gente em festam eu sozinha no entanto, dentro de um vestido cor de laranja. E ganhei uma reverência de um palhaço que fazia malabares, e um olhar de admiração e carinho desse desconhecido, e dei-lhe um sorriso em retribuição.

E o que restava do dia foi infinitamente melhor.

Beijos!