domingo, 16 de novembro de 2008

Á luz da cegueira de um menino(ou como sol nunca será de Júpiter)

Lembro que saí de Júpiter até sol a fim de te pagar um café,entre papos prosaicos pousei minha mão entre as suas,insegura..mas segura da decisão.Não sabia se ía encontrar alguém que me surpreendesse,na verdade sei que crio personagens p meu mundo anormal- Ah vida real,tchau!
..e te diferencio pelo simples fato de ignorar meu olhar, de não se importar com meus trejeitos e de nem ao menos corresponder ao meu melhor sorriso e toda essa falta de você p mim me fascina!talvez porque eu seja uma masoquista-sentimental-que não dá valor ao Vênus que se romantiza todo ao me ver e chora por dentro quando encerro seu discurso estupidamente.. mas você!..você me é tão indiferente quanto o ballet está p análise gráfica e essa p biblioteconomia e política externa(qual será a sua?)..e se quando você notou a parte em mim que menos gosto e decidiu menosprezar,ai então entendi que esse teu olhar é pouco p mim..dizer tudo isso pode esquizofrenizar minha fantasia e perder uma das minhas mórbidas alegrias, a alucinação que é ser invisível em teus pensamentos-Porque Ah!se eu aguento ouvir outro não! prefiro continuar no meu monobloco, você não vai precisar me cobrar amor e eu não fugirei das contas que ficaram p acertar,estamos combinados então?

10 comentários:

Sabrina Sanfelice disse...

O fascínio e a repulsa andam de mãos dadas, mas em linhas paralelas... Podem não se cruzar, ao mesmo tempo, mas com certeza conversam e, quando ninguém está olhando, trocam rapidamente de lugar.

R.Vinicius disse...

É tão complexo o ser humano. Tenho essa compulsão de querer conhecer sempre novas pessoas e novos jeitos e novas formas. Não compreendo as pessoas que não tem essa vontade. E a repulsa creio, seja um dos meios mais crueís de machucar uma pessoa. Não o não em si, mas o não acompanhado de indiferença.

Abraço,

R.Vinicius

Bill disse...

E as palavras dança... formando lembranças e desejos... Entre músicas que nos cortam e costumes que no consome... A vida... Sempre mais real...

Belas palavras...

:*

Jaya disse...

Ah...

Eu catei os Hermanos, e quis ir pra Paquetá, definitivamente. Catei Engenheiros e fiquei pensando em outra nota: eu que não amo você.

Engraçado, né? Isso de guardar os sentimentos. Enlaçar. Viver bem na indiferença alheia porque assim, pelo menos, o nosso vidro tá protegido. É o clássico: ele sem saber, ela sem falar. E aí, do depois, a coragem é quem retrata. Ou não.

Fato é que gostei do texto, moça. Teus devaneios casam com os meus. De hoje, de ontem, de amanhã. Eu gosto que seja assim.

Deixa eu continuar a esquizofrenizar minha fantasia, também. Porque gritar pra realidade, tá difícil, agora.

(:

Beijos no teu jardim.

Flávia B. disse...

Eu não abro mão de esquizofrenizar minha fantasia. Vai ver só sei viver assim, esquizofrenizando as coisas para sentir o mundo mais real.

Beijos, moça :)

Mary West disse...

Pq será que nascemos inconstantes assim?

Camila :) disse...

adoreei *-*

Jaya disse...

Atualiza, caraaaaaaaaaan!
(:

Filhas da Pagu disse...

É! Coisa inquietante o desprezo, atiça, desejo.
Quanto ao rítimo é uma delícia, dançante seu texto.
Vlw! Bjs, K.

Ric@rdo disse...

Sim, estamos combinados então...